Eu entendi.

Acordei, de novo, pensando em você.
E, na internet, encontrei esse texto, que resolveu falar por mim.
Para você! Pois, todos são para ti… os que escrevo, os que cito, os que copio…você sabe.

Abraços e beijos em você, Sofia.

****

(…) Só que aí, um dia, e nem dá para saber exatamente qual dia, eu entendi. E nessa hora a dor mudou de status. Não que ela tenha perdido a força, isso não acontece. Aliás, é uma dor que ganha força todos os dias no instante que abro os olhos na cama e a primeira coisa que penso é: ela não está mais aqui. Mas não é mais aquela dor que dilacera e angustia e paralisa. Agora é doce, misturada a saudade apenas. Nos dias que parece que a saudade não vai caber penso em você fazendo alguma graça, fico mais leve e consigo até rir.

Depois de tanto pranto, de tanta raiva, de tanta revolta, de tanta letargia, me parece que tudo o que eu tinha que aceitar não era bem a morte, mas a vida. Talvez este seja o segredo: aceitar a vida. Porque ela te bate, te nocauteia, te assola, mas saber aceitar seu ritmo, e toda a dor que vem com ele é também abrir uma portinha para conseguir sentir em cores mais fortes. Esperar menos, amar mais. Isto apenas: esperar menos e amar mais. Amar a ponto de conseguir lidar com a distância, com a falta de notícias, com o absurdo, com o desconhecido, com a morte – e com a vida. (…)

Texto Completo Aqui

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