muda

Sensação perene de que nada muda. Sendo nada imune aos efeitos do tempo, não compreendo como tudo permanece constante. A mudança é minha busca infinita e não economizo esforços para isso.  Nada muda e mesmo assim eu aguardo ansiosa essa mudança. Sinto-me de certa forma anestesiada. Dói. Antíteses e paradoxos fazem parte. Nenhum eufemismo para mim? Choro agora e então tenho minha escrita, essa que é rasa e confusa, interrompida por essa água que vem sempre acompanhada de uma enxurrada, essa que chega apertando o peito, derrubando tudo, sem pedir licença e devastando o meu mundo. Dói o peito (e a alma). É o amor, mais uma vez, acabando comigo.

Abraços,

Sofia.

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