Bagunça

Quando você bateu em minha porta eu te alertei:

            – Entra, mas não repara que está uma bagunça…

Você fingiu não se importar e entrou, esperando a hora em que tudo voltaria para o seu lugar.

Menti para você! Não estava uma bagunça… A bagunça sou eu e essa é impossível de se organizar. Sempre em mudança, oscilante, entende?

Desculpe, mas é melhor você ir. Sei que queria ficar, mas eu não quero te ferir.

Obrigada pela visita.

Abraços,

Sofia Aimée

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