Morte do amor

Não é de morte natural que morre um amor genuíno, mas banhado em sangue, sob os golpes que lhe assesta outro, não necessariamente genuíno – porque ali as leis do amor, cegas aos títulos de nobreza, não têm nenhuma misericórdia -, mas sim oportuno e, sobretudo, impelido por essa crueldade entusiasta que anima todas as emoções jovens.

 

sangue e lágrimas…

 

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