DES-esperar

Queria esperar você voltar. Peguei um banquinho, um livro e ali fiquei. Então me lembrei de que  te mandei sumir e assim, a espera, além de idiota, era inútil.

Contrariando o meu desejo eu te ordenei: “Ou soma ou some!” …. Cadê você? Você não somou… Dividiu meu coração em pequenas partes e retirou de mim o anseio de te ter, de amar e ser amada. Nessa matemática equivocada eu tentei, inutilmente, somar. Esqueci que um conjunto unitário não precisa somar com um vazio, pois em nada altera.

Acabou. Vá…

obs.: Mas, caso decida voltar, deixarei escondida a esperança de um recomeço. Um amor como o nosso não morre. Adormece. Quem sabe, você não abandona o orgulho, amadurece um pouco e decide com um beijo despertá-lo?

Ficarei a des-esperar.

Abraços,

Sofia Aimée

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