Gritou de alegria

– Chego amanhã às 7h.

– Vem mesmo?

– Talvez…

(…)

Desligou o telefone e gritou. Um grito de alívio, de esperança, de ternura e desejo.  Qualquer possibilidade  era para ele uma conquista a ser comemorada.

Marina. Mais uma vez ela vinha, ou seria apenas a espera?

Abraços,

Sofia Aimée

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