Como uma flor

que ora floresce, murcha, esconde-se e retorna a florescer. Estava feliz. Experenciava uma sensação ímpar com aquela para quem nunca dissera: “vai!”.  No momento em que todos eram dispensá(dos)veis ela se tornara indispensável. Marina nunca fora embora, cuidadosamente foi criando raízes e por mais que suas flores não fossem vista, ela sempre esteve lá.

Abraços,

Sofia Aimée

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2 comentários em “Como uma flor

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