Sangue! Sangue! Sangue!

Chatterton, suicidou. Kurt Cobain, suicidou. Vargas, suicidou. Nietzsche, enlouqueceu

E eu! Não vou nada bem…

Chatterton, suicidou. Cléopatra, suicidou. Isocrates, suicidou. Goya, enlouqueceu
E eu! Não vou nada bem…

Chatterton, suicidou. Marc-Antoine, suicidou. Van Gogh, suicidou. Schumann, enlouqueceu
E eu! Puta que pariu! Não vou nada bem…

 

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4 comentários em “Sangue! Sangue! Sangue!

    1. Tudo pode afligir. Tudo pode ser agonia.
      Viver? Vivo apenas para mim, tornei-me individualista.

      Qualquer resposta além disso seria chafurdar sem contruir.

      Abraços,

      Sofia Aimée

  1. Após seu subterfúgio, eu entendo. É como já bem dissestes e afirmastes que boa parte de suas palavras são apenas proferidas ao seu pequeno moleskine e unicamente ele poderá saber sobre o que aconteceu ou talvez ainda acontece à menina adulta que diz ser individualista. Bem, só gostaria de dizer-lhe que como as nuvens cinzas e ventos fortes trazem tempestades, as nuvens brancas e ventos fracos, acompanhados de um céu totalmente azul trarão dias mais calmos.

    Fique em paz e viva.
    Amanda.

    1. Que linda!!! Pois é, o que nos conforta é saber que os acontecimentos são cíclicos e estão sempre em movimento. Assim, logo tudo passa.

      Obrigada pelas palavras.
      Abraços

      Sofia Aimée

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