Sem letra maiúscula,

sem ponto final. Porque poesia não tem início, nem fim.

Alguns haicais deste singular poeta.

Abraços,

Sofia Aimée.

*

 

pelos caminhos que ando
um dia vai ser
só não sei quando

**

atrasos do acaso
cuidados
que não quero mais

o que era pra vir
veio tarde
e essa tarde não sabe
do que o acaso é capaz

**

vazio agudo
ando meio
cheio de tudo

 

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