qualquer amor

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2 comentários em “qualquer amor

  1. eu amo saber que continua aqui, mas queria poder saber se o viver com você me traria a continuidade desse sentimento, por hora, imerso, bem profundo, porém, esperançoso.

    1. Ah, se pudéssemos saber o futuro… Quantas coisas faríamos? Quantas deixaríamos? São os “ses” que nos acompanham. Arrisque e tente, ou ficará eternamente na possibilidade. E, a possibilidade, pode ser algo positivo e confortante.
      O amor realizado é como a morte, só se vive uma vez. A diferença é que o amor nos permite a vivência, o aprendizado por nós e nossas histórias, enquanto que a morte é entendida a partir da experiência de terceiros. Confesso, melhor aprender com o erro dos outros.
      Retomando as minhas palavras acerca do destino e do amor, cito Bacon que dizia que o amor era refém do destino, reafirmando as ideias de Lucano.
      E, como sempre digo: O único amor eterno é aquele não realizado, talvez isso explique porque vivemos de “ses”, preferimos a incerteza do sim a veemência do não.

      Abraços,
      Sofia Aimée

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