A espera

Marcos continuava a esperar por algo que sabia que não viria. Não entendia o porquê ainda tinha esperanças.

Por que não tornar tudo mais simples e enterrar de uma vez todas suas lembranças e falsas esperanças?

A sua maneira tentava avisar de que precisava de um ponto final, de que não queria dificuldades. Arrancar as páginas em branco desse livro, parar de escrever essa história. Ninguém está livre ele dizia.

Alimentava diariamente suas expectativas, a necessidade de mudança e seguia colecionando “se (s)”. Foram escolhas ele repetia. Minhas e de mais ninguém. Então, por favor, ele pedia, ‘escolha e me dê uma chance de uma vez’. Seu coração se dilacerava com uma alegria que não vinha e se espantava com o fato de que faltava a Marina uma consciência de culpa ou entendimento de que ela podia essa história mudar.

 Abraços,

Sofia Aimée

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