como uma fatia de pão…

 

“Como posso renunciar ao que nem mesmo cheguei a ter, por causa de uma garota que, por mais deliciosa e provocante que tenha sido algum dia, se tornará tão familiar para mim como uma fatia de pão? Por amor? Que amor? É isso que liga as pessoas que conhecemos – as que têm o trabalho de se deixar ligar? Não se trata antes de uma fraqueza? Nã o será antes conveniência, apatia e idéia de culpa? Não será antes medo, exaustão, inércia, falta de fibra pura e simples, muito mais isso do que aquele “amor” com que os conselheiros matrimoniais, autores de canções e psicoterapeutas estão sempre sonhando? Por favor, vamos deixar de nos encher um ao outro com esta história de “amor” e a sua duração.”

 

[Roth, P.]

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